Quê seria de nós sem La Voz.

O Estado português acaba de conseguir 5.000 milhões de euros que lhes sobravam aos milionários da Troika para resgatar o Banco do Espírito Santo. É brincadeira. Esse dinheiro terá que ser devolvido polos portugueses com os seus impostos e cortes de serviços.

E para que continue sem faltar o humor negro, eis um confronto de titulares. Observem qual dos jornais é o que traduz “Espírito” e “Novo” ao castelhano, não vaia ser que os galleguinhos não compreendam.

Le Monde Diplomatique (Paris)
Le Portugal va recapitaliser la banque Banco Espirito Santo
…regroupant les actifs les plus toxiques, et une « bonne » banque, qui sera nommée Novo Banco.

le monde

El Pais (Madrid)
Portugal rescata al Banco Espírito Santo con los fondos de la ‘troika’
La fórmula para usar el crédito divide los activos entre dos bancos, el Novo y el malo.

el pais
La Voz de los galleguiños (A Corunha)
Portugal rescata al Banco Espíritu Santo con 4.900 millones de la troika. Carlos Costa anuncia la creación de una nueva entidad, llamada Nuevo Banco,

la voz

Com certeza, sem os risos que nos provoca este jornal, a vida seria ainda mais dura…

Guiné Equatorial na CPLP, Campeonato mundial de futebol em galego… Os Estados ocidentais podem dar lições de ética?

Os Estados ocidentais, entre os quais está o Estado espanhol, o português, e também estaria um futuro Estado catalão ou galego, presumem terem conseguido um alto nível de bem-estar, justiça social e pluralismo político. Tudo isso seria possível por um alto degrau de desenvolvimento económico que foi levado a cabo polo sistema capitalista, cuja regra principal é a concentração de poder e riqueza.
Mas esta concentração inclui a obtenção de matérias primas (especialmente petróleo) fora das regras do “livre mercado”. A mão invisível não seria possível sem o punho visível dos Estados e o seu aparato militar. Os produtos de consumo barato também procedem da exploração laboral, nomeadamente em Ásia, que os fazem “competitivos”. O nosso bem-estar é pago num alto preço de sangue, suor e lágrimas de outros, que aginha será também nosso.
O nosso insustentável sistema capitalista foi imitado por Estados não ocidentais na procura dum crescimento económico, que é contemplado ingenuamente como único futuro possível e seguro. O caso mais claro é China, onde o materialismo vigorante foi capaz de destruir não só a sua admirável cultura milenar, mas ainda a natureza humana. Exemplo disto é o abandono de milhares de crianças por mães que não os podem cuidar num sistema injusto, nem podem enfrentar as multas por violarem a lei do filho único que gradua o crescimento populacional da China, e evita de passagem uma sobre-demanda mundial de comodities.

A nossa progressia bem-pensante acredita que os nossos Estados são exemplo para o mundo, e julga outros Estados e pessoas desde uma superioridade moral que esquece que eles estão a nos imitar, e que não seriamos viáveis nem sustentáveis sem os punhos e cintos de aço que utilizamos para dominá-los. O capitalismo não é eticamente possível tampouco para nós, ainda que gostemos viver na inópia. Os nossos Estados não são exemplo nenhum de ética.
Por isso, construir juízos de política internacional desde o nosso confortável bem-estar, sem sequer tomarmos a moléstia de imaginar a possibilidade duma economia sustentável sobre os nossos próprios recursos, é um completo ato de hipocrisia. Tal qual.
Dessa perspectiva há quem racha as vestiduras polo facto de que Guiné Equatorial seja admitido na CPLP. As ONG que recebem subvenções da riqueza expoliada, poderio militar mediante, daqueles países que logo vão ajudar, dizem estar escandalizadas e cancelam programas de “ajuda”. Os “persoeiros” que introduziram Galiza e o seu idioma na órbita da cultura espanhola e no seu circuito de subvenções, como objecto de “respeito e proteção” obtendo bons benefícios e salários disso, são os primeiros em desqualificar a CPLP (de fora dela) por admitir Guiné Equatorial. E tampouco lhes agrada que se lembre que o Mundial de futebol falou a mesma língua que nós. No entanto, Repsol e GALP (e também a francesa Total) competem por conseguirem contratos de exploração de petróleo naqueles países.

O PT de Vigo propõe, em troca, situar no seu contexto o facto de que todos os Estados atuam seguindo os seus interesses, ainda fora de toda ética. E este reconhecimento, que não seguimento, será um primeiro passo para exercer neles os direitos que temos e que podemos conseguir para outros, sempre e quando não esqueçamos que os direitos não procedem dum Estado que no-los concede, mas da natureza humana, e porém devem estar realizados e sustentados numa economia que proceda da própria terra. E, no nosso caso, na re-descoberta duma digníssima história e cultura de séculos que seja alicerce dum imenso futuro.
Portanto, ainda que a Galiza deve aspirar a algo muito mais humano e democrático que um Estado, pode e deve fazer a sua contribuição numa instituição de Estados na que deve estar por direito próprio. E assim ajudar a transformar as estruturas criadas por e para o sistema capitalista (CPLP, UE…), ou seja como convergência de vetores de força, em reais confederações e mancomunidades baseadas na cooperação e a solidariedade mútua.

Portanet, o exemplo de anti-governo

Rafael Portanet entrou na corporação municipal em 1938, ainda fumegando as pistolas dos camisas azuis. Que lhe quitem “o bailao”: os alcaides e procuradores da ditadura recebem hoje em dia todas as honras de qualquer instituição títere, como a Real Academia Galega.
Alcaide de Vigo de 1964 até 1970. Foi o exemplo de anti-governo. Levantava-se cedo, percorria a cidade em carro oficial e anotava os buracos a reparar. Logo se encerrava na casa do concelho para dar ordens. Naquela época (e no que lhe resta à atual) não se podia pensar que é um governo mais barato e eficiente perguntar às vizinhas quais são as suas necessidades, e ainda deixar que elas governem e arranjem as suas vidas. Naquela altura, e hoje, o sistema funciona expropriando os recursos e rendas das gentes, deixa-lhes (não sempre) uma pequena parte para sobreviver, e da-lhes logo uma ínfima parte em serviços após o passo por todos os filtros prévios da administração e os lobbies de interesses insustentaveis e porém necesitados dum “empurrãozinho” dos Orçamentos Gerais.
Entre esses lobbies estão a Zona Franca que o Ditador lhe “regalou” à cidade como cabeça de ponte da devastação capitalista. Portanet foi o seu Delegado desde 1947. Dela veio a fatoria de Citröen, à que lhe restam ainda dous telejornais antes de fechar, passo prévio por Marrocos. O outro lobby insustentável é o Celta com o estádio municipal pago e mantido com os nossos impostos, recortes e comedores de urgência para crianças e pessoas adultas, dos que ainda se reclamarão 8 milhões de euros para uma nova reforma do estádio. Não está prevista a devolução desse dinheiro por parte de Celta de Vigo SA. Já toca um pouco os genitais isso de que o investimento reverterá em novos investimentos e facturação de interesse comum. O mito dos anjos que passam com a cornúpia de ouro, como o da mão invisível.. tudo para roubar a soberania das pessoas começa a ser já cousa de tolos e alucinados. Aqui as únicas que receberão negócio são as tevês que compraram os monopólios de emissão. A propósito, de baixar o Celta a segunda, como aconteceu em 2004, quando também estava na Champions, todo esse “investimento” evaporara-se. Negócio mais especulativo, insustentável e fedorento não há.
O estádio “municipal” e Citroen colapsaram a paróquia de Balaidos, e produziram a desviação, soterramento e enmerdado do Rio Lagares, o verdadeiro símbolo e origem da cidade. Os vizinhos poderam abrir uns quantos bares e vender à especulação imobiliar: que não se queixem. O seguinte alcaide, Antonio Ramilo, outro candidato ao Dia das Letras Galegas, abriu uma avenida sempre atoada que cruza em forma de T com Castrelos, cuja destrução ou tunelação prevista já era demasiado inri, e ficou aí. O nome, para bacilar foi “Avenida Alcaide Portanet”. Depois, Carlos Príncipe para bacilar ainda mais chamou-lhe “Avenida de Citroen”.
Rafael Portanet pasou já em vida à História Mítica de Vigo criada polos lobbies marulos como esse alcaide machote e campechano que Vigo sempre quis, um Paco Vázquez do sul. Até tal ponto acreditou no seu papel que lhe deu o ponto regionalista e exigiu aos governadores de Franco que “não viessem à Galiza só a comer marisco” e que destruíssem a comarca com mais indústrias. Coitado. A elite marula de Vigo só está aqui para dizer amen. Foi fulminantemente cessado em 1970 quando o trepa-Ramilo lhe fez a cama. Mas a igreja não desampara os seus fieis: a salvação é eterna. Portanet foi depois procurador nas cortes de Franco junto outro ex-alcaide chamado Filgueira Valverde. E como ele, logo reciclado por AP, posteriormente PP. No seu caso como deputado.
Quando foi o 23-F e Tejero entrou no Congresso disparando pistolas, o cheiro a pólvora deveu lembrar-lhe o de 1938, e os familiares dos passeados em Vigo baixando as caras ante ele… Foi muito e retirou-se da política para dar pungentes beijaços e apertas excessivas e não solicitadas apenas aos seus netos e netas.

Tem até meio-dia

A população dos bairros norte de Gaza, umas 10.000 pessoas receberam em segunda-feira o aviso de que tinham até o meio dia para abandonarem as suas casas e as suas pertenças. Depois houve duros bombardeios da aviação israelita na sua louca e assassina campanha de extermínio da população palestina.
As famílias fugidas apenas puderam levar consigo o básico. Não queriam que as suas casas se convertessem numa armadilha como lhes acontecera anos atrás aos judeus que moravam em Alemanha. Quando Hitler ditou a endlösung já foi tarde para eles, pois nem América nem nenhum país quis acolhê-los, e o Reino Unido fechara as fronteiras de Palestina onde já durante décadas alguns emigraram com o posto para constituírem comunidades agrícolas. Na Europa os judeus ficaram presos na armadilha,
Como é sabido, os judeus que sobreviveram fundaram sobre a culpa de ocidente o seu Estado, com cidades, trabalho assalariado e bem-estar que agora os palestinos estão a disturbar, por isso decidiram elimina-los. Israel tem um Estado militar e a Palestina ainda não.

Ainda poderíamos continuar por aí: o direito da Palestina a um Estado, e o de Israel à segurança, mas seguramente não chegaríamos a nada. Nunca se chegou a nada por aí…
Mas sim podemos tirar uma conclusão que seja útil para nós. Também nós moramos numa ratoeira e temos um prazo, que no nosso caso marca a espiral inflacionista e a rendibilidade dos combustíveis fósseis.
Quando expire o nosso prazo, a economia industrial colapse e as cidades se derrubem, todos intentarão escapar de golpe, mas será tarde e não teremos tempo. Nós não temos experiência em fazer vergéis de desertos, como os judeus. Só sabemos -como agora eles- como funciona um Estado, a sua economia capitalista, e a prioridade da força bruta…

Samil: Em quê idioma está escrito?

“Los carteles están escritos en gallego, portugués e inglés para que lo entienda el mayor número de turistas posible” afirma o Faro de Vigo duns cartazes que como se pode ver estão em castelhano (grande), galego e inglês (pequeno).
Claro que o Faro entende que o galego é um dialecto do castelhano, polo que os cartazes podem estar principalmente em castelhano e nesta ocasião fazer coincidir com o galego, salvando assim o molesto expediente.
Se considerarmos junto com a opinião científica unânime e o sentido comum que o galego e português são a mesma língua, o nosso idioma está colocado junto às línguas estrangeiras: nós somos turistas nas nossas praias? Ou é que temos que deixar claro aos portugueses que isto é Espanha e eles estão no estrangeiro?
Se o galego (ou português) estivesse numa posição principal, não só informaríamos e receberíamos melhor aos visitantes e nativos. Também dignificaríamos a nossa língua. Evidentemente não foram essas a intenções de quem oficializou o castrapinho há 30 anos, e que o ano que vem receberá o homenagem da RAG.

É o estado quem nos estupra

O Partido da Terra de Vigo congratula-se de que o Estado reconheça que não se pode ocupar da segurança das pessoas.
Se comparamos as medidas de prudência que o ministério de negócios estrangeiros do Estado espanhol recomenda a quem viajar a outros Estados, vemos uma notável diferença entre aqueles que supõem garantir a segurança pessoal como Finlândia, Alemanha, e outros como Venezuela ou México nos que não é assim.
Com a nota publicada polo ministério do interior espanhol recomendando às mulheres tomarem medidas pessoais para não serem estupradas, o Estado espanhol está a reconhecer ser parte do segundo grupo, e que não pode garantir a segurança dos seus habitantes e visitantes.
O motivo é sem dúvida de tipo económico e social, pois as forças policiais espanholas não parecem estar ultimamente desmotivadas ou de greve.
A publicação das dicas causou o escândalo de colectivos social-democratas. Dado que os impostos não dão para pagar mais polícia devem querer que continuemos tirando do teto da dívida pública e transferir-lhe solidariamente o problema às nossas crianças. Para dar-lhe um verniz progre alguns social-democratas mais cômicos fazem disto um problema moral ou de gênero.
Por parte do PT da cidade mais povoada e perigosa da Galiza, não podemos mais que reconhecer a valentia do Estado ao reconhecer os factos e pedir-lhe coerência: que se auto-dissolva e entregue a segurança  e todas as demais competências e recursos confiscados às comunidades humanas. Deste jeito sem dúvida moraremos em lugares mais humanos e seguros.

http://www.interior.gob.es/web/servicios-al-ciudadano/seguridad/consejos-para-su-seguridad/prevencion-de-la-violaci%C3%B3n

Nunca más servir a señor que se me pueda morir

Fernando Vazquez levou o nosso eterno inimigo à elite empresarial do negócio. Trabalhou duro e aumentou a clientela que acode ao estádio semanal e incondicionalmente a obter um pouco de felicidade em troca de muitos euros.
Graças a ele a empresa “Deportivo de La Coruña” vai multiplicar por vinte o seu volume de negócio neste ano. Também há quem diz que foi por ele que dita empresa se aproximasse um pouco a elementos identitários galegos, causando o alvoroço de Prolingua com o autocarro do Depor a percorrer as vazias ruas da Corunha o dia da celebração da subida.
Agora se vê que não era essa a linha que os amos queriam, ainda que lhes foi útil num momento determinado, igual que o esforçado trabalho de Fernando Vazquez. Ou foi um mal-entendido, ou que lhe caiu mal ao seu chefe…
O que lhe aconteceu ao bom de Fernando pode acontecer-lhe a qualquer de nós que trabalhe por conta alheia. As possibilidades são maiores quanto maior seja o tamanho da empresa. Se é uma multinacional as possibilidades são todas. Se é uma empresa pequena ou familiar podes confiar mais nos teus chefes, se são boa gente…
Como o modelo do capitalismo que se nos impõe é a eliminação das pequenas empresas e a concentração de capital, recomendamos ser conscientes de que estas injustiças e muitas mais acontecem e acontecerão, para que, se chegasse a ser o teu caso, não leves um trauma ou duvides do sistema. Do sistema não há que duvidar: há que nega-lo e elimina-lo. Ou ao menos lembrar que nem é eterno, nem divino: morrerá, e morrerá antes do que pensamos,

A foto do vômito

A foto do vômito

A empresa Eurofund tem um plano complementar para devastar e rapinar o monte de Cabral. Para além do suborno à corporação municipal e ao governante PPSOE, quer ter uma imagem limpa e inclusive caritativa. Deste jeito vendem a Vigo que são as novas irmãzinhas da caridade, após que as do Bairro do Cura foram enviadas ao quinto pino.
Minutos depois de se reunirem com a máfia marula do auto-denominado “clube financeiro”, fumarem lá uns charutos, tomarem uns brandis, e botarem umas risas com os amos da aldeia enquanto desenham como vai ser o seu Vigo, foram tirar uma foto com o presidente da Confederação Galega de Pessoas com Deficiência.
Não estenderam um cheque, nem domiciliaram recibos por valor de 20 euros como fazem outros: a sua apertada agenda não lhes permitiu mais que a foto. Por isso outros colectivos de exclusão social (imigrantes, indigentes, doentes…) que eles denominam dentro das suas reuniões como “pobretões” não puderam ter a honra de se fotografar com eles, com os Amos.
Não tinham tempo para mais.

Carmela Silva é a crack de Vigo (e isso há que pagá-lo)

Carmela Silva é a crack de Vigo (e isso há que pagá-lo)

A hiper-estrela do consistório vigués, Carmela Silva, acaba de acumular um novo cargo aos oito que já tinha.
– Secretária Segunda do Congresso dos Deputados
– Vogal da Deputação Permanente
– Vogal da Comissão de Fomento
– Vogal da Comissão de Educação e Desporto
– Secretária Segunda da Comissão de Regulamento
– Vice-presidenta da Câmara Municipal de Vigo.
– Concelheira de Urbanismo
– Concelheira de Cascos históricos
– Concelheira de Patrimônio
– Concelheira de grandes projectos

Desde hoje é também Concelheira de Economia e Facenda.
O total da sua remuneração entre salários, dietas por assistência e alojamento não baixa dos 400.000 euros por ano.
Para além disso, imaginem a quantidade de pessoas assessoras, técnicas etc que há que pagar para que façam o trabalho real.

São vocês ruins ao não quererem reconhecer o evidente: a imensa fortuna que temos os vigueses e viguesas de ter uma pessoa mais preparada que Filipe Borbom para a gestão dos assuntos do Estado.
E acaso pensam vocês que isso é grátis? Carmela Silva podia estar no mercado laboral ganhando dez vezes mais, e só polo seu amor incondicional a Vigo e aos cidadãos ela está a se sacrificar por todos nós fazendo um impagável labor de coaching. Como disse há quatro anos, ela está no Congresso “animando a los españoles”.

Que bom que esteja também em todos os cargos de Vigo para nos dar ânimos. Sem ela estaríamos deprimidas, e esta cidade seria infernal.

 

Porrinho no Coração

Do resultado de 10.000 votos que o Partido da Terra conseguiu, iremos assinalando algumas alegrias especiais. Uma delas foi no Porrinho, onde os 13 votos das eleições autonómicas foram mais que duplicados nestas europeias.
O Porrinho entendeu que as críticas que o seu alcaide recebeu do Partido da Terra não foram como sempre por um “quita tu que me ponho eu”, ou “e tu mais”. Foi por assinalar que o mesmo conceito de política profissional é o que cria corrupção e rouba às pessoas a soberania e capacidade de decidir. E com ela vem o roubo e prevaricação com os recursos públicos, até chegarmos ao gravíssimo caso de Nelson Santos.
Tão só resta animarmos às nossas votantes porrinhesas a se unirem ao Partido da Terra e constituírem um na Lourinhã para poderem se organizar na defesa da sua soberania,

http://resultados2014.interior.es/99PE/DPE1136903999.htm?d=302