nunca mas

Nunca más servir a señor que se me pueda morir

Fernando Vazquez levou o nosso eterno inimigo à elite empresarial do negócio. Trabalhou duro e aumentou a clientela que acode ao estádio semanal e incondicionalmente a obter um pouco de felicidade em troca de muitos euros.
Graças a ele a empresa “Deportivo de La Coruña” vai multiplicar por vinte o seu volume de negócio neste ano. Também há quem diz que foi por ele que dita empresa se aproximasse um pouco a elementos identitários galegos, causando o alvoroço de Prolingua com o autocarro do Depor a percorrer as vazias ruas da Corunha o dia da celebração da subida.
Agora se vê que não era essa a linha que os amos queriam, ainda que lhes foi útil num momento determinado, igual que o esforçado trabalho de Fernando Vazquez. Ou foi um mal-entendido, ou que lhe caiu mal ao seu chefe…
O que lhe aconteceu ao bom de Fernando pode acontecer-lhe a qualquer de nós que trabalhe por conta alheia. As possibilidades são maiores quanto maior seja o tamanho da empresa. Se é uma multinacional as possibilidades são todas. Se é uma empresa pequena ou familiar podes confiar mais nos teus chefes, se são boa gente…
Como o modelo do capitalismo que se nos impõe é a eliminação das pequenas empresas e a concentração de capital, recomendamos ser conscientes de que estas injustiças e muitas mais acontecem e acontecerão, para que, se chegasse a ser o teu caso, não leves um trauma ou duvides do sistema. Do sistema não há que duvidar: há que nega-lo e elimina-lo. Ou ao menos lembrar que nem é eterno, nem divino: morrerá, e morrerá antes do que pensamos,

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